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Jesus era amigo de muita gente que vivia em condições que a sociedade daquela época não aceitava ou aos olhos de muitos era "impossível de se conviver": leprosos, cobradores de impostos, gente de má fama...
Quem é que não se lembra do baixinho Zaqueu, de Maria Madalena, da Samaritana ou ainda de outros que viviam às margens da sociedade?
O incrível é que parecia que todos esses eram os preferidos de Jesus.
Até nos faz lembrar da opção preferencial pelos pobres que a Igreja sempre nos ensinou. E o que será "pobreza" na linguagem da Igreja?

No Catecismo (544) podemos perceber uma pequena frase, mas muito importante: "(Jesus) identifica-se com os pobres de todos os tipos".

- Os encarcerados pelos vícios;
- Os conhecedores, mas auto-suficientes;
- Os ricos de bens, mas alguns às vezes pobres de espírito;
- Os que têm vez e voz e não partilham as suas oportunidades;
- Os fortes ou capazes, mas omissos;
- Os da nossa fé, que lutam por permanecer em Deus.

E o mais bonito e talvez contraditório: "É deles o Reino dos Céus!" (Lucas 6, 20)
Refleti e vi que existem outros tipos de pobreza que devemos também dar atenção e que a pobreza somente existe onde falta amor.

Enfim entendi por quê Jesus entrava nesses lugares e convivia com essas pessoas: na verdade era o próprio Amor visitando cada um, cada história. E por causa da amizade de Jesus, muitos mudavam de vida.

Imaginem como seria maravilhoso se mais pessoas fizessem campanhas em prol desses necessitados...
Sei que seria loucura fazer campanha para alguns tipos de pobreza citados acima, mas quem sabe seja o momento de lançar uma. E os slogans podem ser variados e com letras maiúsculas para chamar a atenção:

"PROMOÇÃO IMPERDÍVEL: GANHARÁ UMA VIAGEM PARA A TERRA SANTA O QUE TROUXER DE VOLTA À IGREJA UM NÚMERO MAIOR DE IRMÃOS!"

"SEJA HOJE MESMO AMIGO DO PADRE QUE DEIXOU A BATINA!"

"PEGUE O NÚMERO QUE ESTÁ EM SUA AGENDA E LIGUE AGORA MESMO PARA AQUELE QUE SE AFASTOU!"

"AJUDE VOCÊ TAMBÉM, AMANDO E ACOLHENDO O ZÉ, NOSSO IRMÃO!"

Lembro-me de um depoimento da Irmã Dulce, no qual ela própria nos contava que cuidava de meninos de rua numa horta de uma das casas de acolhida.
Um dia um menino pequenino estava muito bravo e descontente e jogou a enxada no chão.
Então a irmã o abraçou... Mas ele começou a bater sem parar com os braços na irmã.
Quanto mais ele batia, mais ela o abraçava. Enfim ele se rende, abraça-a e chora.

A Irmã Dulce completa dizendo: "Não posso dar o mesmo que ele recebe lá fora, senão nunca mudará".

Num outro caso, talvez já ouvimos alguém dizer: "O padre que eu tanto admirava largou a batina!".
E inconformado e bravo, dizia: "Não quero nunca mais vê-lo na minha frente!"
Pois é... É principalmente nesse momento que o amor precisa entrar em cena!

É AGORA O MOMENTO DE SER AMIGO DESSA PESSOA OU DE NO MÍNIMO INTERCEDER POR ESSA SITUAÇÃO!
Se a minha missão se restringe somente aos bons momentos, quê faço de extraordinário?
Deus nos ensina um amor incondicional. Aquele amor que jorra da cruz.

Que incoerência a minha, se eu pego um microfone e digo: "Meu irmão, ânimo! Deus te ama!", se no meu dia-a-dia sou incapaz de entender ou ao menos de tentar erguer um irmão de minha própria casa que não consegue caminhar por causa de suas fraquezas... A missão de Jesus é hoje a nossa missão. E assumi-la é como andar na contra-mão do mundo.

"Não são os que estão bem que precisam de médico, mas sim os doentes" (Mateus 9, 12)

Claro que existem os enfermos que não querem ser cuidados, mas ainda assim nada nos impede de amá-los e de assumi-los em oração.

Que a Luz do Evangelho nos ensine a entender que até mesmo um conselho ou uma repreensão precisa chegar aos irmãos com uma dose forte de amor, do amor que tudo transforma.

 

  
  
 

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