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Qual a melhor cantora da música católica? Qual a voz mais bonita? Qual banda é a melhor? Qual o melhor músico? E o vocal mais bem feito? Qual deles tem mais unção?

Com certeza se você faz parte de um ministério de música dentro da Igreja Católica ou simplesmente admira e gosta da música gospel, já deve ter se deparado com uma destas perguntas acima, não é mesmo? E se mudássemos estas perguntas para: eles são os melhores pra Deus??? Infelizmente a resposta seria não!

Sabemos biblicamente que Deus ama a cada um de seus filhos de forma singular, única e não faz escolha de pessoas, muito menos com comparações. É verdade, sim, que a música é uma das inúmeras formas de adorarmos ao Senhor, mas a adoração é relativamente MAIS que a música. O gosto musical de cada um mostra muito bem o que somos... Mas não revela muito sobre Deus. As questões levantadas no início deste artigo é o que podemos chamar de MUSICALIDADE com relação ao que gostamos de ouvir, ao que desejamos executar com nossas vozes e/ou com nossos instrumentos (técnica).

Precisamos lembrar, a cada momento, de que Deus NÃO precisa da nossa musicalidade. O melhor que os nossos ministérios conseguem fazer em cada missa, em cada grupo de oração, em cada show religioso não chega nem à unha (pra não me referir ao normal: aos pés... rs) do que todos os anjos e a milícia celeste consegue entoar no céu. Sabemos e sempre frisamos que, como verdadeiros "artistas de Deus", precisamos nos aperfeiçoar a cada dia e estudar para fazermos o melhor ao melhor dos melhores. A musicalidade, então, de nada me vale se eu não a uso como SERVIÇO dentro do meu ministério.

Vejo que a palavra "ministério" tem sido interpretada erroneamente nestes últimos tempos, a sua essência e significado desapareceram completamente. Ministério é serviço, logo podemos entender que ministério de música é um serviço de louvor. O verdadeiro louvor a Deus se estabelece inicialmente com a nossa vida transformada pelo Senhor, vivendo em comunhão e intimidade com Ele, jejuando, orando e meditando na sua Palavra, obedecendo aos princípios e mandamentos nela contidos. Semanticamente a palavra louvor significa elogio, então devemos também com nossas atitudes, coração contrito e quebrantado, louvar e elogiar ao Senhor.

Nós nunca podemos assumir a música de uma missa, de um grupo de oração ou de um evangelizashow apenas com a nossa musicalidade. Todos os nossos dons e talentos precisam ser apresentados e consagrados a Deus para que com a Sua unção nós possamos ministrar a música com todo o poder do Espírito Santo, para que sejamos canais da graça do Senhor, onde transbordará consolo, cura, libertação e muito amor. A adoração nunca deve ser o simples cantar e/ou tocar... Vai muito mais além!

Eu sempre exemplifico nos encontros com artistas religiosos e até mesmo nas formações com meu ministério que a palavra “dom”, em inglês, é “gift”. Só que, traduzida para o português, GIFT significa PRESENTE, além de DOM. Se enxergássemos nossos DONS como verdadeiros PRESENTES de Deus para cada um, teríamos outra dimensão em nossos ministérios, não é mesmo?

A adoração "que vai muito mais além" está presente também no modo com que vivemos e nos comportamos no dia-a-dia, em nossos trabalhos, escola, no trânsito, no campo de futebol e até mesmo no cinema...

O que ministrarmos no altar precisa ser uma continuidade de nossas vidas!
Que o Senhor consiga achar em nós verdadeiros adoradores com vestes de louvor!

Santa Cecília, rogai por nós!

 

Rafael de Angeli - Canal da Graça
rafael@canaldagraca.com.br
Coordenador do Ministério de Música e Artes (RCC) da RE2
(Região Episcopal 2 - Araraquara-SP e região) - Diocese de São Carlos-SP

"Com amorosa condescendência, o artista divino transmite uma centelha da sua sabedoria transcendente ao artista humano, chamando-o a partilhar do seu poder criador" (João Paulo II)

  
  
 

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