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Alguns bons anos atrás eu escrevia o dia-a-dia em um diário. Talvez você já tenha passado por isso. As datas eram todas enfeitadas, tudo que se passava no dia, o que eu ganhava desde uma balinha, chocolate, flores, adesivos, enfim, tudo eu colava no diário e lá estava a história de todos os dias! Era tudo nos mínimos detalhes... Do acordar ao ir dormir. Tão simples, tão puro! Ao ler hoje, depois de uns 18 anos, vejo os sonhos e as suas diferenças...

O tempo passa e o papéis de bala são substituídos por boletos de cobrança, o diário vira agenda cheia, algumas situações não são tão doces. A gente cresce! Não deixei de ter meu diário, não misturo a agenda de compromissos aos acontecimentos do meu coração. Todo ano ganho uma agenda e compro um diário, ou vice-versa. Muitos escritos ficam lá, como marca, só eu sei o que significam! Alguns estão aqui para partilhar com você! Passo por minhas experiências, pelo meu cotidiano. Às vezes falo do que sonho, às vezes falo do que vivo!

Escrevo tais linhas para fazer uma breve comparação do que para uma criança é tão importante, que para nós, adultos, é irrelevante. A gente, conforme vai vivendo, perde e ganha, e tão duramente às vezes vamos deixando de nos admirar com as coisas, vamos atribuindo pouco valor às coisas simples, aos papéis de bala de nossa vida, ao valor de cada dia! De cada gesto! A agenda de compromissos tá lotada e a gente foge do diário do coração! No entanto, acredito de que o que vai ficar para a eternidade são os sentimentos que nos amadurecem, que nos dão alegrias, que transformam nosso dia-a-dia com um brilho diferente.

Todos os episódios que marcam nossa existência passam por algum tipo de sentimento. Que bom se pudéssemos unir a agenda de compromissos com nosso diário. Seríamos, talvez, mais honestos! Poderia eu mesma ter uma agenda para tudo! Voltaria à boa essência da infância, da ingenuidade. As crianças lembram a nós, adultos, a consciência de tudo que a gente perde quando fica grande. Claro que ganhamos também! Mas a realidade muda bastante nosso campo visual.

Puxa, o que eu quero ser quando crescer? Está escrito em um diário do ano de 1988... E uma coleguinha escreve abaixo de minha pergunta: Dentista! Professora! (risos). É, não sou dentista, nem professora... E confesso que nem sei se quero crescer...

 

Karla Fioravante
karla.fioravante@terra.com.br
Cantores de Deus - São Paulo-SP
  
  
 

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