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"O INSENSATO VIVE DE ESPERANÇAS FANTASIOSAS.
OS IMPRUDENTES EDIFICAM SOBRE OS SONHOS".
Eclo 34, 1.

Muitos de nós já devemos ter passado pela experiência de, durante um sonho, levar um susto e acordar com a sensação de estar caindo de algum lugar, não é mesmo? Com certeza esta experiência é marcante, pois acordamos com o coração acelerado e assustado. Na vida real e em nossa caminhada na Igreja, o mesmo acontece. Somos surpreendidos por tropeços e quedas. Como nos sonhos, ficamos passivos e não reagimos corretamente, restando somente o susto e aquela sensação de impotência. Isto acontece porque temos o mal costume de ficarmos observando tudo da janela, sentados, inertes, como se todas estas situações não fizessem parte de nossas vidas ou não queséssemos nos comprometer. Observamos brigas, invejas, falta de companheirismo, "estrelismos", falta de ensaios e, principalmente, falta de oração nos nossos ministérios de música... E nada falamos. Preferimos calar e alimentar a omissão.

"É melhor a correção sincera do que o elogio falso; é melhor a repreensão do amigo do que os beijos do inimigo". ( Pr 27, 5-6)

A Igreja e a Bíblia nos pedem compromisso com a verdade e a omissão é considerada irmã do pecado e princípio da falsidade.

"Conheço tua conduta: não és frio ou quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, porque és morno, nem frio nem quente, estou para te vomitar de minha boca".
(Ap 3, 15-16)

Por outro lado, reclamamos dos cantores e bandas católicas, queremos ver músicas bonitas e "shows bem feitos", mas fundamentamos nossas esperanças em sonhos, não damos conta que a realidade é Jesus, Sua palavra e que fazemos parte de um corpo místico, que é a Igreja. Se um irmão cai, não é somente ele que sofre, mas todo o corpo místico da Igreja, você, eu, enfim, todos nós. Não sejamos ingênuos!

Muitas vezes um ministro de música é criticado e cobrado pelo público e até mesmo por "amigos", quando uma apresentação não sai tecnicamente tão perfeita quanto eles esperavam. Tecem comparações com artistas do mundo secular e até mesmo com outros artistas católicos, tentando criar assim um clima de competição e intriga que nada contribui para o crescimento da música católica. Antes, porém, deveriam se preocupar em observar o conteúdo das mensagens, a unção e não somente com as técnicas. Elas dependem de vários fatores que muitas vezes fogem do alcance da banda. São fatores como qualidade da sonorização do evento e sua operação, qualidades dos instrumentos e técnicas usadas pelos músicos, entre outros. Saem falando aos quatro cantos, cometem injustiças, mas não páram para refletir no mal que causam. Não digo que não devam ocorrer críticas, elas ajudam e muito, mas elas não podem estar a serviço da fofoca, pura e simplesmente.

"Um golpe de chicote deixa marcas, mas um golpe de língua quebra
até os ossos".
(Eclo 28, 17)

A prudência e o discernimento devem fazer parte do caráter do cristão. Tudo que falamos e fazemos gera reação em todo o corpo. Portanto, tomemos a consciência do que é sermos Igreja, corpo místico de Deus.

Ajudemos uns aos outros como verdadeiros irmãos e saltemos da janela da omissão, para que assim possamos participar responsavelmente como construtores da história da música católica.

 

Com carinho,

  
  
 

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