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A harmonização é uma ferramenta de extrema eficácia para o embelezamento de uma melodia, porém como já vimos na 1ª parte desse nosso estudo, é primordial utilizar do bom senso para fazer uso da gama de acordes “disponibilizados” através da harmonia funcional.

Faremos, ao longo dos próximos artigos, um estudo bem prático de como utilizar determinados acordes de acordo com suas respectivas sonoridades, visando uma passagem, uma preparação, uma tensão, etc...

Para começar, vejamos a estrutura e a utilização de um acorde comumente chamado de SUS4. A sigla SUS significa que o acorde é suspenso, e o nº 4, significa que foi incluído a “quarta” (quarto grau) a esta composição.

Tudo bem... Mas o que é um acorde suspenso?
Acorde suspenso é um acorde que não possui a terça. Dessa forma, esta formação não pode ser classificada como maior ou menor.

Voltando ao SUS4, existe uma vasta utilização para este acorde e de uma forma bem prática, vejamos o seu emprego em algumas passagens:

1° Caso

Utilizar o acorde SUS4 para preparação na entrada da voz. Você o utiliza como passagem, intercalando com acorde inicial da música. Essa utilização só pode ser generalizada se este primeiro acorde for maior. Como exemplo, imagine a música “Mãe do Novo Homem” (Mensagem Brasil) em Lá maior. Considerando seu compasso quaternário, você pode intercalar, a cada 2 tempos, os acordes A e Asus4. Apenas a título didático, vale a pena expor que o acorde Asus4 é formado pelas notas Lá, Ré e Mi.

Essa utilização é muito útil em conduções onde você, instrumentista, está esperando o término da fala ou pregação de quem está ministrando e/ou conduzindo, para entrar na música.

2° Caso

Utilizá-lo intercalando com um acorde de 5º grau para preparação. Você está tocando uma música em que o último acorde da introdução é do 5º grau, neste caso você pode fazer antes ou depois o acorde SUS4. Como exemplo prático, na música “Eis a Chance” (Celina Borges), podemos fazer um Dsus4 para intercalar com D no último acorde da introdução.

Poderíamos ainda citar diversas ocasiões onde utilizar um acorde SUS4, sem nunca esquecer que deve-se usar o bom senso para harmonizar, ou melhor, cabe a você estudar a sonoridade deste acorde e aplicá-lo em quantas situações julgar convenientes, desde que a beleza supere a complexidade.

Para que possa ser empregado com êxito, deve-se estudar as combinações sonoras conseqüentes do uso do SUS4, pois dessa forma você poderá abusar da criatividade nas mais diversas ocasiões.

Finalizando, sendo este acorde uma formação ausente da terça (nota que define se o acorde é maior ou menor), ele possui uma sonoridade “não resolvida”, inexata, bastante interessante para intercalar e fazer passagens.

Sem mais para o momento amigos, saliento mais uma vez que estou sempre aberto ao diálogo através do meu e-mail. Nos próximos artigos continuaremos nosso estudo harmônico simplificado, abordando outros tipos de acordes e suas utilizações.

 

Um abraço a todos e fiquemos todos com Deus...

Frederico Rodrigues (emaildofred@gmail.com)
Doutor em engenharia acústica,
arranjador e tecladista do Pe. Fábio de Melo

  
  
 

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