Loja CDCristão.COM
Home
Notícias
Releases/Biografias
Links
Blogs
Orkut
Twitter
Lançamentos
Catálogo
Em Estúdio
Loja Virtual
Ranking
Prêmios
Aniversariantes
Promoções
Newsletter
Agenda/Eventos
Programa Acorde
Cristoteca
Rádio Beatitudes
Clipes
Cifras
Partituras
MP3
Entrevistas
Salmo On-Line
Luiz Carv. Responde
Carta do Papa
Direitos Autorais
Lista de Discussão
Artigos - Músicos
Testemunhos
Artistas
Gravadoras
Rádios Católicas
Divulgação
Fale Conosco!
Pedido de Orações


Em 1995, a CODIMUC esteve presente na EXPO CD na cidade do Rio de Janeiro. Naquele evento pude ver o stand da Furacão 2000 (gravadora) e me impressionei de cara pela maneira como eles estavam trabalhando a "música" deles: a parte principal do stand era um tipo de vitrine onde meninas dos seus 15, 16 anos dançavam uma dança altamente erótica, que provocava realmente a atenção (pelo menos dos homens) pois essa tal vitrine era no andar superior e elas estavam de mini-saia e calcinha por baixo, dando pra ver o até o umbigo delas para quem passando pelo corredor olhasse para cima.

Sou um homem de música e sou um servo de Deus. Naquela época falei ao Bortolato (nosso produtor de dance music): "Bortolato, aquele funk do Rio vai pegar". Ele me respondeu: "Aquilo lá é regional. Só carioca gosta..."

Eu não estava vendo apenas o ritmo, estava vendo a semente lançada.
Seis anos depois vejo concretizada a minha previsão. Porque?
É justo malharmos o funk? Não estou aqui fazendo nem ataque nem defesa, mas quero questionar além do funk.

Você consegue imaginar duas cenas? (conto com sua capacidade de imaginação):

1. Imagine que alguém pega um play back (música de karaokê) e leva esse play back para uma aldeia não "civilizada" na África. Como acham que aqueles nativos dançariam a música? Será que como os bondes e "motociclistas" do Brasil?

2. Imagine um outro play back com cânticos dessa aldeia rolando em uma baile funk qualquer desses que acontecem por aí?

Conseguiu imaginar? Qual sua avaliação? A minha?

Acho que os índios dançariam o funk com as danças que eles dançam com pequenas variações, e os funkeiros, da maneira deles, buscando algo mais erótico no novo compasso.

Outro dia estive numa reunião com um dos grupos musicais da CODIMUC, e o pároco deles estava presente, e numa de suas falas disse: satanás só é um semeador (e bom semeador... de joio). Ele lança sua semente e os homens a fazem brotar, com sua maldade, fofoca, perversidade, malícia. E pior: ainda são capazes de produzir frutos e talvez até novas sementes de mal....

Quando tive o primeiro contato com o funk, o que vi foi exatamente isso: satanás lançava no ritmo funk uma semente de erotização, sensualidade e até sexualidade. Não pensem que o funk por si só engravida meninas em bailes desse tipo (que é um fato que está acontecendo)... São os rapazes e moças que se engravidavam com muito mais discreção em bancos de carros, muretas e sofás de casas... E que estão começando a produzir frutos de sua vida sem sentido e sem futuro.

O problema não é o funk, é a vida dos funkeiros, dos funkeadores... A pequena semente lançada pelo mal praticamente mudou o funk para um "fuck" (desculpa, mas é isso mesmo).

Tá aí a semente de satanás lançada que cresceu, tornou-se uma árvore grande que produz péssimos frutos e que está matando nossa juventude.

Minha pergunta: Será que não existe um ritmo em que nós, católicos, possamos fazer brotar uma árvore frondosa, cheia de frutos de vida e santidade, que fará com que pessoas queiram ir a nossos "bailes" e adotar nossa maneira de viver por causa da música que cantamos? Nosso Deus é o verdadeiro agricultor, deixe que Ele lance uma semente selecionada no seu ministério de música. Seja um solo bom que fará dessa semente uma árvore de vida.

Ajude a divulgar e promover a boa música católica. Evangelize conosco!!

Paz&unção

 

Eraldo Mattos
eraldo@codimuc.com.br
  
  
 

Ver outros artigos de Eraldo Mattos

Voltar para ARTIGOS

Listar TODOS os artigos em ordem alfabética

  
  
  Envie esta página para um ou mais amigos!
  
  
 
Voltar...
  
 
  
 Copyright © 2001 - 2011 por Portal da Música Católica. Todos os direitos reservados.