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Entrevista - Gen Rosso
(O maior grupo musical católico do mundo)


Marcos, você que é brasileiro, há quanto tempo está no grupo Gen Rosso e como ele começou?
Há 5 anos. Em primeiro lugar mando um abraço para o pessoal do Brasil. O Gen Rosso nasceu em 1966, foi fundado por Chiara Lubich que, na véspera do Natal de 1966, veio a Lopiano para fazer uma visita e trouxe duas grandes caixas. Dentro destas caixas havia duas baterias: uma verde e uma vermelha. A vermelha veio para o Gen Rosso. "Rosso" quer disser vermelho, "Gen", geração nova. A bateria verde foi para o grupo feminino Gen Verde. Neste período aqui em Lopiano, como de muitos focolarinos de vários continentes, o Gen Rosso fazia mais folclore do que música, praticamente shows. Chiara, vendo estes jovens, resolveu fazer contatos, evangelizando. Daí veio a idéia de dar a bateria e uma guitarra. O Gen Rosso começou assim: com uma bateria, uma guitarra e um piano.

Mite, você está desde o inicio no Gen Rosso. Hoje, nós conhecemos o Gen Rosso como um grupo internacional e conhecemos a qualidade do grupo. Como foi o início, só com uma bateria e uma guitarra?
Em primeiro lugar sinto muito não falar português. Também mando uma saudação a todos do Brasil. O inicio foi como nos anos 60, anos dos Beatles, do Woodstook, onde todos os rapazes andavam com um violão nas costas e saiam pelas estradas. Começamos assim também. Eu não cheguei no inicio exatamente, cheguei um pouco depois. O Gen Rosso tinha um pequeno Wolkswagen que levava a bateria e o violão.

As primeiras canções começaram sem nenhuma pretensão. Havia somente o desejo de cantar, dar a vida, passar aquilo que vivíamos, inspirado no movimento dos focolares. A característica principal é a unidade entre os componentes. O grupo, desde o inicio, é internacional: um americano, um africano e dois asiáticos, desde a primeira formação. Não houve nenhum projeto pois não pensávamos em formar um grupo. Ele nasceu da vida. Havia uma grande potencialidade. As pessoas que nos conheciam perguntavam o porque de nós não gravarmos um disco. E assim gravamos. Perguntavam o porque de nós não cantarmos em outras cidades... E assim começaram as nossas turnês. Agora, depois de 30 anos, são mais de 150 shows pelo mundo, milhões de espectadores. O Gen Rosso se tornou o que é hoje devido a uma pequena semente.

Você dizia que o grupo é formado por pessoas de vários países. Isso acontece até hoje. Existe algum critério para que alguém venha participar do Gen Rosso?
Para participar do Gen Rosso a primeira coisa é o desejo de querer construir um mundo unido. Nós, que fazemos parte do Gen Rosso primeiramente conhecemos o Movimento dos Focolares, ao qual pertencemos. Somos um grupo musical que faz música, canta, dança. As pessoas tem um certo talento e depois desenvolvem outros... Como um dos nossos bailarinos que veio das Filipinas: no início era um DJ. Dentro do movimento percebemos as pessoas que podem vir ao Gen Rosso... Assim ficamos atentos às que possuem talentos e possam ser desenvolvidos nesta área.

Joane, de onde você vem e o que faz no Gen Rosso?
Eu sou do Estados Unidos, de Boston. Estou aqui há dois anos. Toco bateria e também um pouco de violino pois estudei este instrumento. No "Streetlight", novo albúm, toco em duas musicas. No novo show somos todos protagonistas. Não temos um ator que, sozinho, apareça no palco...Como todos, tento sugerir pensar juntos, pensar num todo. O bonito do Gen Rosso é o fruto do trabalho de todos.

 

por TV Canção Nova
fevereiro de 2001

  
  
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